Sobre

Felipe Santos, 24, Olinda, nunca se identificou com o ideário LGBT. Na verdade, qualquer tipo de coletivismo. Sempre se sentia perdido (coitado) dentro do espectro político direita e esquerda. Até que em junho de 2013, em meio a revolta à brasileira com a classe política, conheceu as teorias liberais e sua defensa pelas liberdades individuais e econômica.

Uma vez percebendo que alguns homossexuais, como ele, não conseguiam se encaixar nos parâmetros da militância lgbtista e se desvencilhando da jocosidade dos gays de direita, idealizou um personagem opositor, O Gay Liberal (OGL), em 2015. De lá para cá, com a interação do Facebook, muitos manos/ manas se identificaram e se deu a obrigatoriedade de sermos os Gays Liberais (GLS) e aqui estamos porque somos muitos que cansaram do segregacionismo, do politicamente correto, da ideologia da gênero, da guerra estúpida de classes, do conjunto da obra.

Além do Felipe, o GLS conta com o escritor paulista Gabriel Perazzo para agregar conhecimento ao site e, Insha’Allah, muitos outros virão porque, com disse von Mises, “ideias e somente ideias podem iluminar a escuridão”.