Sites LGBT mentem sobre assassinato em Fortaleza

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Vale tudo no meio hipócrita lgbtista para fazer credível a inverdade de que o “Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo”. Inclusive, inventar assassinatos motivados por algo que não existe, isto é, LGBTfobia.

Pois bem, o já conhecido por disseminar mentiras Esquerda DiárioSuperpride, NLucon e muitos outros do meio criaram um assassinato baseado em “transfeminicidio” (?) – coisa que não existe e já foi desmentida – de Wesley Tiago de Sousa Carvalho. Ele tinha 17 anos e foi morto a machadadas e pedradas na Praia do Futuro na capital cearense em 30/12/17. O caso se tornou notório após o compartilhamento de cenas de sua morte gravadas por quem participava do ato em redes sociais e em plataformas mobile de mensagens instantâneas como o WhatsApp.

Segundo informações confiáveis, a Polícia Civil do Ceará descartou a possibilidade de crime de ódio em função da orientação sexual do assassinado e atribuiu o crime a conflitos entre facções rivais no estado. No R7, lê-se que a Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS-CE) disse que o caso está sendo investigado pela Divisão de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil; e assim permanecem (como de praste) sem saber quem foram os assassinos do adolescente.

O jocoso é a falta de bom senso. Uma vez que alguém é agredido por preconceito baseado na agenda de gênero, há todo um destaque em torno do assunto. Quando não, sequer há citação a cerca. Por que? Alguém não seguidor (gay, trans ou não) da cartilha LGBT não é passível de ser levado em consideração? E a violência? Ela só pode ser discutida em casos de quando é pertinente à causa? E neste caso, quando alguém do meio do crime é morto, não seria também uma “minoria”? Bem, estes são alguns questionamentos que deixam em evidência a hipocrisia lgbtista.

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