Presépio esquerdista é retirado de exposição no Rio de Janeiro

(FOTO: SCREENSHOT/ O GLOBO)

A ociosidade é uma característica intrigante da ala progressista que, curiosamente, se reflete no meio católico cada vez mais propenso à ideologias pró-esquerda; quiçá, o atual papa exemplifica bem o que quero dizer.

No início de dezembro, o veículo sudestino O Globo publicou uma matéria em que o tradicional estábulo natalino desvincula-se parcialmente dos participantes tradicionais do nascimento de Cristo para dar lugar – não se sabe se por cotas – a uma prostituta, um casal homossexual, obesos, um detento, índios, um menino de rua, um portador de HIV, um cadeirante, um casal de idosos e deuses do candomblé e de outras religiões em nome da diversidade. A obra (se assim se pode dizer) chamada de “Prediletos do Senhor” foi exposta de modo gratuito no convento Província Franciscana da Imaculada Conceição do Brasil na cidade do Rio de Janeiro.

O curador da mostra, frei Róger Brunorio, apresenta com orgulho o presépio progressista criado por Luciano Almeida sob a prerrogativa de que Jesus também era uma minoria, no contexto ideológico da palavra mesmo:

Mas, segundo outro veículo sudestista, a Folha de São Paulo, o “presépio dos excluídos” foi retirado em 14/12/17 pela instituição católica em vista de”evitar escândalos que em nada contribuem para fomentar o espírito do Natal”.

O idealizador do presépio achou ruim : “Em 2000, quando expusemos na estação da Luz, não houve qualquer polêmica, pelo contrário, ganhamos um concurso popular de melhor presépio do país naquele ano. Acho que há um retrocesso da sociedade nesse sentido”, disse Almeida.

Contudo, a Ordem dos Frades Menores minimizou em nota que “sonha com um mundo onde o respeito seja a regra e o amor a lei maior”, mas dispensou a releitura do presépio pós-modernista.

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