Mais um: trans ocupa lugar de mulher no futebol australiano

(FOTO: HANNAH MOUNCEY/ PLAYERSVOICE)

Foram as próprias radicais feministas que abriram espaço em suas delirantes teorias de gênero para afirmar que a  sexualidade é uma construção social. Elas só não imaginariam que a teoria adotada pelos lgbtistas fosse contra a própria feminilidade. Pois bem, mais um que se considera transgênero irá tomar o lugar de uma mulher no esporte.

Hannah Mouncey nasceu homem e suas aptidões já eram nítidas no handebol, quando defendia a seleção australiana ainda com o nome de batismo, Callum. Ao fim de 2015, o atleta iniciou o processo de transição e tentou uma vaga na Liga Australiana de Futebol Feminino (AFLW, na sigla em inglês), mas sem sucesso. Na época, a liga alegou força, vigor e físico inerente a estrutura de um corpo masculino. Não é pra menos. Mouncey tem 1,90m e pesa mais de 100kg.

Na contra-mão da obviedade da disparidade física significativa entre o gênero sexo masculino e feminino, na última terça (13/2/18), Hannah conseguiu a permissão da Federação Australiana de Futebol (FAF) para disputar o campeonato nacional feminino da segunda divisão.

Por sua vez, Hannah recusou agradecer pela cessão ao politicamente correto. Segundo ela, seria inapropriado agradecer pela autorização por que toda mulher tem direito a praticar esporte. Só que ela não é mulher. Nunca será.

Recentemente, no Brasil, a considerada primeira transgênero Tiffany Abreu a ocupar o lugar de uma mulher no voleibol feminino brasileiro foi alvo de críticas até de jogadoras mulheres de alto padrão, no entanto, a FIVB (Federação Internacional de Voleibol) e a CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) deram aval considerando as premissas criadas pelo COI (Comitê Olímpico Internacional).

E segue a agenda de gênero…

 

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