Folha de São Paulo denota discriminação das Forças Armadas ao não aceitarem trans

(FOTO: MOM-BRASIL)

 

Responsável por manter a soberania do Estado brasileiro, as Forças Armadas pode ser muito em breve alvo de uma polêmica mais que desnecessária por parte do radical ativismo lgbtista, da ala mais ligada à questão transgênero. A prova disso é a recente matéria da Folha de São Paulo publicada em 19/2/18 por Natália Cancian indicando discriminação das FA ao ignorar a transgeneridade dentro da instituição.

Inicia-se: um militar com 10 anos de serviços acordou um dia qualquer e decidiu ser mulher – de acordo com Simone de Beauvoir ele pode –, mas logo foi aposentado quando decidiu contar a todos e o laudo médico emitido pela própria organização deixou mais que claro: o transexualismo não é compatível com a atividade militar. A deixa foi a CID 10 F64, idealizada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que caracteriza a transgeneridade como um transtorno de personalidade.

Em janeiro deste ano, através de supostas denúncias de violação dos direitos humanos, o Ministério Público Federal (MPF) por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão instruiu que a transexualidade não deve ser considerada como impedimento para o ingresso nas Forças Armadas do Brasil e nem como argumento para reforma dos oficiais. O MPF ainda recomendou que corporações implementem programas internos de combate à discriminação e para erradicar a homofobia e transfobia. Todavia, as FA ignoram a decisão e continuam aposentando os considerados transexuais. Estes, por sua vez, estão pressionando o Conselho Federal de Medicina (CFM), que não se manifesta por pormenores.

Ainda segundo a matéria, radicais lgbtistas ameaçam a mexer seus paus. A Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) – aquela que mente sobre estatística de trans – afirmou apelar via “instrumentos legais”.

O fato é que o Exército, a Marinha e a Força Aérea têm suas próprias regras. Regras essas que não podem mudar da noite para o dia conforme desejo de uma militância raivosa. Obviamente, repudia-se a discriminação baseada na orientação sexual de outrem; diga-se, para os inseridos no corpo da instituição. Até já é reconhecido direitos previdenciários para os parceiros(as) de militares homo.

É sabido que as FA estão enrolando para a liberação de militares trans dentro do efetivo e que essa liberação acarretará num conflito moral interno, uma bagunça generalizada uma vez que haverá a mistura entre homem com mulheres que agora afirmam ser homem e vice-versa.

Esses trans não tinham ciência das regras quando ingressaram?

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