Entenda a ideologia de gênero

RESPOSÁVEIS PELA CRIAÇÃO E VIABILIZAÇÃO DO CONCEITO DE GÊNERO. ESQ. PARA DIR.: KARL MARX, SIMONE DE BEAUVOIR, JOHN MONEY, SHULAMITH FIRESTONE E JUDITH BUTLER

Para alguns, a ideologia de gênero não existe. Já para outros, ela não só existe como é um perigo iminente. A verdade é que o assunto tomou proporções gigantescas no mundo inteiro nos últimos anos e é importante falar a cerca.

Uma “ideologia” diz respeito a um conjunto de ideias que caracteriza um pensamento e tende a conservar ou a transformar o sistema social, cultural, político ou econômico existente. Hoje em dia, há milhares de ideologias. O liberalismo, por ex., encontra correntes distintas dentro da própria ideologia: liberalismo clássico, ordoliberalismo, paleoliberalismo, entre muitas outras.

O termo “ideologia” foi associado ao conceito de gênero pela doutora em filosofia estadunidense Christina Hoff Sommers em “Quem Roubou o Feminismo?” (1994) e, no que diz respeito à ideologia de gênero, seus defensores afirmam que ninguém nasce homem ou mulher, mas que cada indivíduo deve construir sua própria identidade, isto é, ao longo da vida, é possível adotar características inerentes ao masculino e ao feminino. “Homem” e “mulher”, portanto, seriam apenas papéis sociais flexíveis, que cada um representaria como e quando quisesse, independentemente do que a biologia determine como masculino ou feminino.

Nos dias de hoje, quando cita-se “gênero” (de origem inglesa, da palavra “gender”), associa-se imediatamente as discrepâncias entre homem e mulher como substituto de “sexo”, porém – a não ser no âmbito gramatical –, neste sentido, “gênero” é um termo inválido na norma culta. A palavra “sexo”, portanto, continua sendo a correta para designar homens e mulheres de acordo com as suas diferenças biológicas.

Abaixo, destrincha-se o âmago, o desenvolvimento e a aplicação dessa ideologia:

 

 1884 – Marx e Engels 

DER URSPRUNG DER FAMILIE, DES PRIVATEIGENTUMS UND DES STAATS (1884)

Para a adeptos da direita política, a essência da ideologia de gênero está intrinsecamente ligada ao pensamento de Friedrich Engels exposto n”A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado (1884). O material foi idealizado por Karl Marx, mas finalizado por Engels após sua morte e pretende desmitificar as relações monogâmicas entre homem e mulher como um meio para chegar ao ápice do comunismo.

Influenciados pela obra “Ancient Society” (1877) do antropólogo norte-americano Lewis Henry Morgan, Marx e Engels desenvolveram a teoria de que quando o homem começa a tomar para si certas demarcações territoriais, por conta da agricultura, ele encontra a necessidade de doar os frutos de seu trabalho a alguém, geralmente do sexo oposto, criando assim o princípio do matrimônio. Com terras demarcadas, uma família sendo estruturada, e a mulher sendo tomada como “propriedade” pelo homem, Marx deduz que o patrimônio (propriedade privada) é fruto do matrimônio; sendo assim o matrimônio a “base” do patrimônio para Karl Marx. Para ele, obteria-se sucesso com o comunismo chegando ao âmago do problema e rumando à “igualdade” tendo assim que destruir as raízes da propriedade privada, ou seja, o matrimônio, o conceito de família.

 

 1917 – Lenin 

Lenin foi um dos principais personagens da Revolução Russa de 1917 e tinha como base os escritos de Marx e Engels. Neste mesmo ano, foram baixados por Lênin decretos que em sua natureza revogaram preceitos, até então, existentes no império do czar Nicolau II. Um decreto era intitulado “Da dissolução do matrimônio” e o segundo “Do casamento civil, dos filhos e do registro do estado civil”. Ambas as leis privavam o marido do direito de chefia na família, davam a mulher autodeterminação integral e também sexual, declaravam natural que uma mulher pudesse determinar livremente nome, domicílio, cidadania e ainda abortar.

Em 1919, Lenin escreveu que a “educação, cultura, civilização, liberdade – essas palavras de alto som em todas as repúblicas capitalistas e burguesas do mundo, andam de mãos dadas com leis inusitadamente degradantes e brutais que enfatizam a desigualdade das mulheres nos direitos matrimoniais e o divórcio, a desigualdade entre os filho “legítimo” e filho nascido fora do casamento, privilégios dos homens, humilhação e degradação das mulheres. A República Soviética, a república dos trabalhadores e camponeses, arrumou essas leis, esmagou toda essa falsidade burguesa e hipocrisia burguesa”.

A condução das questões da sexualidade com fim de destruição do conceito familiar na União Soviética fracassaram após a morte de Lenin e ascensão do stalinismo. Nos anos 30 e 40, a sociedade soviética voltou a assemelhar-se ao ocidente no que diz respeito às relações matrimoniais e suas características.

 

 1924 – Escola de Frankfurt 

AUTORITÄT UND FAMILIE (1936)

Filho de um comerciante de grãos milionário judeu, Felix Weil queria criou na Alemanha um instituto de políticas públicas que, na prática, seria um grupo de debates segundo os conceitos de Marx e Engels. Chamou-o “Instituto para o Marxismo” que associou-se a Universidade de Frankfurt e ficou conhecido como “Escola de Frankfurt” e era frequentada, em sua maioria, por marxistas judeus tidos como intelectuais com foco na destruição do ocidente e tudo o que ele representa.

“[…] a  família  somente  oferece  condições miseráveis  para  a  educação  humana”, disse Max Horkheimer em “Autoridade e Família” (1936). Horkheimer era marxista e foi um dos fundadores da Escola de Frankfurt.

Mas a destruição do conceito de família não viria por meio da saturada “luta de classes”, que jogava capitalistas contra proletários, mas por meio de “opressores” e “oprimidos”. As classes oprimidas incluem as minorias (mulheres, negros, lgbtistas e muitas outras categorias). Já a classe opressora é formada exclusivamente por homens brancos heterossexuais que não sejam ideologicamente marxistas. Dá-se início ao “marxismo cultural” que instituiu também o “politicamente correto”, a supressão da liberdade humana.

 

 1936 – Wilhelm Reich 

THE SEXUAL REVOLUTION (1936)

A semente foi lançada e seria necessário germiná-la.

O psiquiatra vinculado ao Partido Comunista Alemão Wilhelm Reich era um defensor da promiscuidade e da anarquia das relações e isto está explícito em seu livro “A Revolução Sexual” (1936) quando propõe o rompimento com a estrutura tradicional familiar e a revogação do pudor sexual proposto pela moral judaico-cristã.

Segundo o pensamento subversivo de Reich, a intenção de uma revolução sexual era abolir a moral fruto das relações monogâmicas ocidentais, que, tornava as pessoas infelizes e daria margem a disfuncionalidades sexuais, como a extrema promiscuidade, a falta de afeto nas relações e coisas mais graves como o estupro e a pedofilia.

 

 1949 – Simone de Beauvoir 

Beauvoir é considerada um dos pilares centrais do feminismo de “Segunda Onda” pela sua obra “O Segundo Sexo” (1949). Nela, a feminista radical afirma que “não se nasce mulher, torna-se mulher” fazendo-a precursora do conceito de gênero. “Todo ser humano do sexo feminino não é, portanto, necessariamente mulher; cumpre-lhe participar dessa realidade misteriosa e ameaçada que é a feminilidade”. Ou seja, segundo ela, uma pessoa que passou quarenta anos de sua vida sendo homem, em um belo dia pode acordar “sentindo-se mulher”.

LE DEUXIÈME SEXE (1949)

Simone alinha seu feminismo ao marxismo quando propõe a destruição do conceito familiar: “[…] enquanto a família e o mito da família e o mito da maternidade e o instinto maternal não forem destruídos, as mulheres continuarão a ser oprimidas”, afirmou a revista norte-americana Saturday Review em 1975.

Seu histórico não é lá um dos melhores. Em 1931, Beauvoir se tornou professora de filosofia na França e, durante a vida acadêmica, se relacionou com filósofo Jean-Paul Sartre. No ano de publicação de seu primeiro romance, 1943, a mesma foi suspensa por corrupção de menor. O abuso ocorreu em 1939 e a menor em questão era uma de seus alunas. A feminista e seu affair desenvolveram um padrão, que eles chamaram de “trio”, em que Beauvoir seduzia suas alunas e passava-as para Sartre.

Ainda em 1943, durante a ocupação da França pela Alemanha nazi, Beauvoir trabalhou voluntariamente como diretora de sonoplastia numa rádio como porta-voz da propaganda nazista, como conta a professora e admiradora das obras da feminista, Ingrid Galster.

Entre 1977 e 1979, debatia-se o código penal francês no parlamento. Os considerados intelectuais da época assinaram petições e cartas abertas para exigir a descriminalização de todas as relações consentidas entre adultos e menores de quinze anos. A feminista estava entre esses ditos intelectuais que também pediram pelo jornal fracês Le Monde a libertação de três pedófilos.

 

 1950 – John Money 

Na década de 1950, o psicólogo e sexólogo neozelandês John William Money foi um dos primeiros a mostrar apoio científico, médico e também psicanalítico para provar que a diferença entre homens e mulheres é um fato social, uma construção no lugar de algo biológico, a essência da ideologia de gênero. E fazia isso introduzindo inúmeras definições relacionadas à sexualidade humana em artigos de revistas na época, muitos deles como resultado de seus estudos sobre hermafroditismo.

MAN & WOMAN, BOY & GIRL: GENDER IDENTITY FROM CONCEPTION TO MATURITY (1972)

Ele acreditava ainda que havia imposição social quando se considerava a genitália da criança e, por isso, seria interessante deixar que a própria criança se adaptasse com as características vigentes (masculina ou feminina). Sendo assim, para ele, “sexo” (genitália) diferiria do comportamento aprendido, o tal “gênero”. Money acreditava ainda que gênero incluía não só o status de homem ou de mulher, mas também era uma questão de reconhecimento pessoal, atribuição social ou determinação legal.

Nos anos 1960, Money realizou seu famoso “experimento” em que objetivava “comprovar” sua teoria. No entanto, anos mais tarde, comprovou-se que foi uma farsa endeusada pelo meio intelectual. O caso ficou conhecido como “Joan/ John” onde Money mutilou a genitália do bebê Reimer. O livro “As Nature Made Him: The Boy Who Was Raised as A Girl” (2000) e o documentário da TV inglesa BBC “Dr Money and the Boy with No Penis” (2010) narram a vida destruída de Reimer e o fracasso de Money em detalhes.

Ainda disposto a continuar sua carnificina, Money publicou junto aos psicólogos norte-americanos Robert Stoller e Anke Ehrhardt o livro “Man & Woman, Boy & Girl: Gender Identity from Conception to Maturity” (1972) em que mente quando narra sucesso na redesignação de sexual do garoto Reimer influenciando assim feministas radicais como Judith Butler, por ex., que se apoiou em suas sandices para formular e disseminar teorias nocivas de gênero.

 

 1970 – Kate Millet 

SEXUAL POLITICS (1970)

A obsessão em destruir o conceito tradicional familiar não tem trégua.

A feminista radical Kate Millet escreveu em “Política Sexual” (1970) que “uma revolução sexual acabaria com a instituição patriarcal, abolindo tanto a ideologia da supremacia do macho como a tradição que a perpetua através do papel, condição e temperamento atribuídos a cada um dos dois sexos”. E tal revolução “exigiria antes de mais, talvez, o fim das inibições e tabus sexuais, especialmente aqueles que mais ameaçam o casamento monógamo tradicional: a homossexualidade, a ilegitimidade, as relações sexuais pré-matrimoniais e na adolescência. Deste modo, o aspecto negativo no qual a atividade sexual tem sido geralmente envolvida seria necessariamente eliminado, juntamente com o código moral ambivalente e a prostituição”.

 

 1970 – Shulamith Firestone 

THE DIALECTIC OF SEX (1970)

A radical feminista marxista questiona os pilares da nossa civilização em “A Dialética do Sexo” (1970). Firestone culpa a natureza pela desigualdade entre homens e mulheres, posteriormente, institucionalizada em detrimento das mulheres a fim de beneficiar os homens. “Estamos falando de uma mudança radical. Libertar as mulheres de sua biologia significa ameaçar a  unidade social, que está organizada em torno da sua reprodução biológica e da sujeição das  mulheres ao seu destino biológico, a família”, diz.

Ela ainda acreditava que a independência econômica feminina era um meio de destruir (sim, ela usa esse termo) o ideário familiar, pois, a partir dela, a mulher não necessitaria continuar dependente do homem.

Não para por aí. A extremista propôs a distinção não apenas na questão do feminino e o masculino, mas entre adultos e crianças. Segundo ela, “[…] nós não precisaremos mais da  repressão sexual que mantém estas classes diferenciadas, sendo pela primeira vez possível a  liberdade sexual “natural”. “[…] à liberdade sexual para que todas as mulheres e crianças possam usar a sua sexualidade como quiserem”. Firestone era favorável à institucionalização da pedofilia.

 

 1990 – Judith Butler

GENDER TROUBLE: FEMINISM AND THE SUBVERSION OF IDENTITY (1990)

A norte-americana Judith Butler – que atribuiu a Simone de Beauvoir o conceito de gênero – é outra feminista radical e, talvez, a mais proeminente por ter unido todas as teorias ora expostas se tornando referência em gênero no meio progressista.

Num estado de divagação mental, Butler diz em sua obra “Problemas de Gênero: Feminismo e Subversão da Identidade” (1990) que o conceito masculino e feminino carregado de padrões e expectativas de comportamentos aprendidos numa sociedade é sinônimo de sexismo (preconceito baseado no sexo de outrem) para com pessoas do sexo feminino. Baseado nisso, seu contra-ataque vem por meio da teoria de “performatividade de gênero” em que propõe subversão social. Para ela, deve-se substituir o feminino e o masculino por um conceito abstrato e variável de gênero e as novas definições culturais de gênero devem sobrepor-se ao sexo biológico. “[…] dizer que o gênero é performativo é dizer que ninguém pertence a um gênero desde sempre. Eu sei que é controverso, mas é esta a minha proposta”, disse ao portal progressista Big Think.

Para conseguir tamanha indiferença entre os sexos, seria necessário a mulher não mais pensar em si como mulher, pois se assim o fizer estaria impedida de desvincular-se da figura homem que, para ela, soa como dependência. Segundo Butler , “[…] o feminismo somente poderá fazer sentido se o sujeito “mulher” não for assumido de nenhum modo”.

Desse modo, Butler mescla teorias de John Money e Shulamith Firestone.

Seus conceitos sobre a sexualidade são explícitos em um documento da Organizações as Nações Unidas (ONU) chamado “Princípio de Yogyakarta” em que possui estratégias de implementação da ideologia de gênero explanado mais adiante.

 

 1995 – Conferência Mundial Sobre a Mulher 

Afirma-se que a expansão da ideologia de gênero teve início na Declaração e Plataforma de Ação da IVª Conferência Mundial Sobre a Mulher, realizada em Pequim pela ONU, em 1995. Por lá, esteve presente a escritora norte-americana Dale O’Leary que em seu livro “Agenda de Gênero: Redefinição da Igualdade” (1997) narrou a proposta do evento em chamar os governos a incorporar perspectivas de gênero no mundo, mas não de maneira explícita. Em sua crítica, O’Leary denunciou que “a agenda de gênero navega nas comunidades não como um navio elevado, mas como um submarino, determinado em revelar-se tão pouco quanto possível”. A escritora já entregava quem estava por trás de tudo: “os líderes da coalizão dos grupos que promovem a agenda de gênero autodenominam-se feministas, mas a promoção da agenda de gênero procede de grupos ativistas, todos de alguma maneira com interesses inter-relacionados ou superpostos, mas claramente distintos: os controladores populacionais, libertadores sexuais; ativistas dos direitos gays [lgbtistas]; multi-culturalistas e promotores do politicamente correto; extremistas ambientais; neo-marxistas progressistas, pós-modernistas desconstrutivistas”.

De acordo com o próprio documento da conferência: “o conceito de gênero permitiu passar de uma análise da situação da mulher baseada no aspecto biológico para uma compreensão das relações entre homens e mulheres como produto de padrões determinados social e culturalmente, e portanto passíveis de modificação. As relações de gênero, com seu substrato de poder, passam a constituir o centro das preocupações e a chave para a superação dos padrões de desigualdade”.  Aqui, sob a prerrogativa de discriminação da mulher, deixa-se mais que evidente o intuito de aplicar-se o conceito de gênero e fazer valer as teorias de gênero aprendido/ construído e, portanto, mutável conforme diziam os teóricos citados acima.

De acordo com O’Leary, “a maioria dos delegados e das ONG’s pró-família [presentes na conferência], na verdade, supunha que “gênero” era um substituto mais elegante para “sexo” [como muitos ainda hoje supõe], o que criou confusão. De acordo com a professora alemã Jutta Burggraf em seu artigo “Perspectiva de Gênero: Seus Perigos e Alcance“, progressistas ficaram chocados com a leitura de “gênero” como sinônimo de “sexo”; alegaram tentativa de reduzir as mulheres às suas características físicas sexuais. Adotaram a postura de “oprimidos” e se convenceram os delegados da conferência a incorporar o termo.

 

 2006 – Princípios de Yogyakarta 

A tão sonhada massificação do conceito de gênero só foi possível em novembro de 2006 num evento realizado também pela ONU na Universidade Gadjah Mada, em Yogyakarta, Indonésia, e contou com 29 especialistas de 25 países, incluindo o Brasil. A reunião deu origem ao documento “Princípios de Yogyakarta” que, por sua vez, definiria “identidade de gênero”, “orientação sexual”, “expressão de gênero” e outros termos inerentes ao ativismo feminista e LGBT sob prerrogativa de defesa dos direitos humanos. Este documento é comumente citado como referência, inclusive, para formulação de leis, como aconteceu com o Estatuto da Diversidade Sexual.

 

A verdade

Em 2010, o documentário “Lavagem Cerebral” transmitido em rede nacional na Noruega abalou a credibilidade dos teóricos de gênero nos países escandinavos. O Conselho Nórdico – que inclui autoridades da Suécia, Noruega, Dinamarca, Finlândia e Islândia – ordenou a suspensão dos financiamentos dirigidos ao Instituto Nórdico de Pesquisas de Gênero, o NIKK, promotor de ideias ligadas às teorias de gênero, depois da exibição.

O documentário questiona os fundamentos científicos dessa linha de pesquisa gerando um intenso debate público sobre o assunto no país. A produção do sociólogo e ator Harald Eia contrapõe a afirmação falaciosas dos defensores da teoria de gênero. Enquanto estes afirmam que não há fundamento biológico nas diferenças de comportamento entre homens e mulheres, cientistas ligados às neurociências e à psicologia evolutiva mostram resultados de seus testes empíricos que constatam diferenças inatas nas preferências e comportamentos de homens e mulheres.

 

O podcast “Tudo o que você precisa saber sobre ideologia de gênero” promovido pelo jornal Gazeta do Povo traz as principais discussões sobre o tema de modo bem elucidativo com o analista político e diretor do Instituto Liberal Alexandre Borges, também pelo mestre em filosofia e escritor Leandro Narloch e pelo cientista político e escritor Rodrigo Constantino, além do médico Marcelo Ribeiro.

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