“A cada 48h uma pessoa trans é assassinada no país”, afirma pesquisa mentirosa

(FOTO: GRUPO GAY DA BAHIA)

Não é de hoje que movimentos lgbtistas disseminam inverdades a respeito de mortes motivadas em função da orientação sexual e identidade de gênero de outrem. Este fato é evidenciado a medida que veículos de comunicação junto aos órgãos diretamente ligados ao poder público propagam tamanha balela com base em pesquisas sem nenhuma autenticidade, pois não há sequer uma fonte oficial que contabilize transminicídios homicídios do gênero como, por ex., o Anuário Brasileiro de Segurança Pública que, por sua vez, compila dados a partir de registros policiais.

Aliás, já passou da hora de órgãos de segurança contabilizarem mortes do tipo e encarcerarem aqueles que utilizam o preconceito como prerrogativa para praticar crimes considerando a transgeneridade e/ ou homossexualidade do outro. Afinal, LGBTfobia não existe, mas o crime em função dos motivos citados há pouco, sim. E, para tanto, faz-se necessário um adendo à Lei 7.716/89 e jamais uma lei específica como o PL 122/06 ou até mesmo um estatuto.

A Articulação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra) é um desses braços ligados ao ideário lgbtista de nível nacional e quase que de modo corriqueiro está ligado a algum governo estadual ou defensores de direitos humanos. Recentemente, a organização lançou uma nova mentira sobre todos nós: “a cada 48 horas uma pessoa trans é assassinada no Brasil”, isto em 2017.

Segundo a pesquisa da Antra, contabilizou-se 179 assassinatos. De acordo com o mapa, 60% das vítimas tinham entre 16-29 anos sendo Minas Gerais o estado em que mais se registrou mortes de travestis e trans com 20 assassinados. Ele é seguido da Bahia, 17, São Paulo e Ceará, com 16, Rio de Janeiro e Pernambuco, com 14. Foram 14 assassinatos realizados com armas de fogo (52%), arma branca (18%), asfixia e estrangulamento (17%). Ainda: 85% das vítimas não tinham relação direta com o acusado, 12% dos suspeitos foram identificados e 10% estão presos.

Baseando-se nestes números do Antra, sites da extrema-esquerda como o Vermelho e Fórum bem como os progressistas Superpride e NLucon começaram a disseminar ligeiramente a gigantesca falácia nos últimos dias como verdade absoluta e como defesa para a manutenção do ativismo lgbtista.

No entanto, quando se observa atentamente, logo se vê que há erros nesses dados e conhecendo o modus operandi dos lgbtistas sabe-se que são erros por má-fé. E não é tão difícil descobrir.

Muitos dos mortos têm envolvimento com o mundo do crime e/ ou prostituição e os que foram encontrados mortos a esmo não tem uma linha de investigação definida. Transfobia? Onde?

Jamais trataremos a morte de indivíduos mortos verdadeiramente por preconceito com esnobismo, pelo contrário. No entanto, a banalização na contabilização de crimes de ódio por instituições lgbtistas afasta ainda mais os interessados em discutir soluções efetivas para evitar homicídios do tipo.

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