Ativistas extremistas reclamam ausência de personagem LGBT em elenco de “Pantera Negra”

(SCREENSHOT YOUTUBE)

Em julho de 1966, quando o personagem de quadrinho Pantera Negra foi criado pela Marvel Comics como rei e protetor de um fictício país africano a fim de lutar contra arqui-inimigos com seus superpoderes, não havia a chateação corriqueira a que somos expostos hoje em dia pelos patrulheiros do politicamente correto. Mesmo naquela época em que os Estados Unidos atravessava uma série de conflitos raciais conhecido como apartheid, jamais tentou-se politizar tanto os filmes, desenhos animados, séries, novelas, tudo como acontece hoje em dia a ponto de ficar insuportável o atual entretenimento.

Poucos meses após o lançamento do personagem Pantera Negra lá nos anos 60, radicais marxistas criaram o grupo terrorista Pantera Negra sem qualquer ligação com a história da Marvel. Eles mentiam para a população negra norte-americana perseguida pela polícia da época fingindo lutar por igualdade racial tentando interligar a perspectiva de luta de classes no contexto racial e agindo de forma brutal desvencilhando-se do pacifismo de Martin Luther King. Infelizmente, a tradicional mídia e ditos formadores de opinião de hoje ainda tratam tais terroristas como heróis, assim como fez a cantora estadunidenses Beyoncé no show de intervalo do Super Bowl em 2016.

Sempre ela, a extrema-esquerda! Foi ela que fez a Marvel se render ao politicamente correto nessa onda de inclusão social fazendo com que filmes tenham “cotas” para etnias distintas. Algo bem desnecessário considerando que heróis negros já eram bem nítidos na indústria cinematográfica. Vocês lembram da Tempestade?

Heroína Tempestade interpretada por Halle Berry desde 2000 (SCREENSHOT YOUTUBE/ X-MEN, 2000)

Um nítido exemplo da politização da Marvel é o HQ de março de 2017 em que traz a Miss America, uma personagem recheada de diversos estereótipos considerados pelos extremistas como “minoritários”. É lgbtista, latina, negra, mas um fracasso de vendas. Agora a apelação racial vem via cinematografia pelo recém lançado blockbuster Pantera Negra com enfoque na questão da representatividade negra. No entanto, foi esquecido que quando se dá liberdade demais aos guerreiros da justiça social (SJW, na sigla em inglês), eles se sentirão insatisfeitos e requererão sua alma.

Dito e feito e bem-feito: após o lançamento do filme, ativistas LGBT reclamam da ausência de um romance lésbico entre as personagens Okoye e Ayo. Sério! Depois dessa, resta esperar pela heroína Super Bixa que irá destruir o muro entre a fronteira dos EUA e México e salvar todos os imigrantes ilegais das garras do vilão Trump junto com o primeiro ministro canadense.

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